… eu disse várias lições no post abaixo… então vamos a elas… já que ninguém aprende isso na escola… e espero assim estar sendo útil para quem passar pelo mesmo problema… confesso, como marinheiro de primeira (e última) viagem…:

– quinta-feira, 8h30 da manhã, preparo o chá de minha mãe e vou ao quarto chamá-la… me deparo com ela já desfalecida…
– o susto (choque) é inevitável…
– dois dias antes haviamos ído a clínica onde estão seus médicos e ela foi examinada… tudo em ordem… coração, pulmões, etc.
– uma semana antes tinha chegado seu check-up geral… e no dia de sua morte tinha dentista marcado para as 11h00…
primeira providencia bati na porta de meu vizinho que é o Síndico do prédio…
– paralelamente liguei para o SAMU (tel: 192)… fui orientado a fazer a massagem peitoral enquanto a assistência chegava…
– o SAMU deve ter levado uns 10 (longos) minutos… eu continuei a fazer o que me instruiam pelo telefone…
– o pessoal do SAMU, umas 5 pessoas, foram de extrema gentileza e presteza…
– examinaram minha mãe e a acomodaram em sua cama, cobrindo-a…
– deram um laudo comunicando que seu falecimento havia ocorrido uma hora antes de eu entrar em seu quarto… às 7h30…
– e instruíram quantos aos procedimentos para ser cremada… chamar dois médicospara ser cremado são 2 médicos…
– os dois médicos vieram e atestaram sua morte por insuficiência cardíaca… faleceu dormindo…
– depois avisei os parentes mais próximos…
– chegando minha irmã, fui com meu cunhado até o Hospital São Luiz entregar os documentos assinados pelos médicos…
– e pegar o documento para providenciar a cremação
– documento para ser levado ao posto de Prefeitura que fica na Pedro de Toledo ao lado do prédio do Hospital do Servidor Público…
– no posto eles providenciam a retirada do corpo e levam para onde será o velório e você escolhe o caixão e demais detalhes …
– estranho é que não me deram uma Nota Fiscal do que paguei (pode ser com cartão de crédito)…
– não sei se fui eu que esquecí de pedir… nessa hora você não lembra de mais nada…
– uma hora e meia depois vieram buscar minha mãe para sua transferência ao crematório…
– no dia seguinte, minha mãe teve uma bonita cerimônia (com músicas de sua preferência e um padre com poucas e suficientes palavras) e pude encontrar amigos e familiares… nos despedimos da Kekinha…
– depois disso mais o espaço de uns 40 dias para retirar as cinzas… optamos por espargir no próprio espaço onde meu pai também foi…
– depois de 5 dias úteis fui pegar sua Certidão de Óbito com o documento dado no posto da Prefeitura…
– 7 dias depois realizamos uma missa individual na igreja São José do Jardim Paulista… a igreja estava lotada.. eu lí uma despedida…
– nessa igreja, cara por sinal, fui alvo do “conto do vigário” que conto em post anterior (aí embaixo)…
– 30 dias depois paguei uma missa de 30o. dia na igreja Santa Therezinha de Jesus no Itaim Bibi… bem mais em conta…

… antes de qualquer julgamento, por mais estranho que possa ser este post, muita gente, como eu, fica totalmente perdida sem saber que providências são necessárias nessa hora… e como tenho a preocupação de elucidar certos assuntos… ficam as dicas…